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A importância de um Arquiteto

O Arquiteto vai muito além da estética e trabalha a funcionalidade e o fluxo para criar bons projetos.

Por: ArchTall Arquitetura e Planejamento       11 de Julho de 2012   |   VISUALIZAÇÕES 13.544

Muito além da decoração

Muitas pessoas sabem sobre a importância de um arquiteto na hora de fazer uma reforma na casa ou decorar um cômodo. O que muitos ainda não tem conhecimento é que o papel deste profissional vai muito além da estética. Ela é, na verdade, apenas um dos três pilares que sustentam a arquitetura, que só é completa com a funcionalidade e o fluxo. Mas, antes de falar desta base, que tal entender melhor a função do arquiteto?

Cabe a este profissional não apenas o papel de decoração e de projetos de interiores – apesar de muitos se especializarem nestas áreas -, mas o de projetar as edificações de forma geral. Na verdade, quando se pensa em uma construção, o primeiro profissional envolvido deve ser o arquiteto, que irá projetar levando em conta uma série de pontos e se guiará pelo tripé de que há pouco falamos. Ou seja, o que muitos atribuem ao engenheiro – que é responsável pelo cálculo e não pelo projeto propriamente dito – é na verdade papel exclusivo do arquiteto, que pode, inclusive, assinar sozinho projetos de até quatro andares, conforme a lei.

 

Como nasce um projeto?

O papel do arquiteto é importante não apenas pela segurança de uma obra, mas também pelo resultado final, que envolve as três bases: a estética, a funcionalidade e o fluxo. Antes de começar a pensar o que se quer, é fundamental entender qual é o objetivo da construção, quem serão as pessoas que passarão por lá no futuro – seja para morar ou trabalhar -, enfim, compreender a realidade e o contexto para definir quais são as melhores soluções.

A estética é fundamental – afinal, ela é o reflexo do que a pessoa que contrata o arquiteto deseja mostrar e, de certa forma, é até uma mostra de sua personalidade. Para chegar a um projeto com a cara do cliente, o bom profissional é aquele que assume o papel de consultor, muitas vezes deixando de lado seu gosto pessoal.

Mas de nada adianta um projeto bonito que não sirva para seus fins. É aí que entra o segundo pilar, a funcionalidade. Para fazer um projeto realmente funcional é necessário entender bem qual é o objetivo dele: é uma casa, um escritório, uma clínica? Por exemplo: uma sacada é ótima para a sala de um apartamento, mas não é nada necessária (ou recomendada) em um depósito de materiais de escritório.

Fechando a base, o fluxo leva em conta como será o dia a dia daquele imóvel depois de pronto e quem passará por ele. Mais um exemplo: em um hospital, não é por acaso que a recepção fica logo na entrada, que o pronto atendimento (que geralmente recebe casos urgentes) deve ter fácil acesso e fica logo no primeiro pavimento. Tudo isso tem um porquê e é justamente papel do arquiteto pensar nestes pontos e antecipar como será o uso para que, no futuro, cada metro quadrado seja realmente útil, agradável e preciso.

 

* Artigo enviado por: Ana Maria Bachmann Guimarães

é arquiteta formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e Sócia-diretora da ArchTall Arquitetura e Planejamento

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