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Iluminação: importante aliada dos projetos de design de interiores

Iluminar os ambientes de maneira funcional é um dos objetivos do projeto arquitetônico, proporcionado conforto visual e efeitos diferentes para espaços internos e externos.

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Por Glaucio Gonçalvez Arquitetura e Design Seguir

  • 18/09/2017

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Além da funcionalidade, harmonização e beleza, os projetos de design de interiores vêm cada vez mais apontando para uma crescente preocupação em minimizar impactos ao meio ambiente, apostando em inovações e tecnologias que proporcionam economia de energia elétrica.

"A tecnologia nos ajudou nesse sentido com o surgimento das lâmpadas LED, e isso também permite que novos desenhos sejam aplicados nas luminárias, que estão cada vez mais finas e fluidas. Assim, vamos encontrar luminárias com pendentes de variados modelos, como nos lustres antigos, com formatos que podem nos remeter até mesmo ao espaço sideral”, diz o arquiteto Glaucio Gonçalves.

 

[Foto: Divulgação] Luz fria: remete ao despertar, ficar ligado e é indicada para cozinhas.

 

O LED veio para ficar, e as cores que vão ditar as tendências para este ano, segundo o especialista, são o cobre, além de tons neutros e clean. Designs limpos também estarão em alta, prevalecendo peças neutras – chamadas “curinga” –, que se encaixam em diferentes projetos. Mas o especialista enfatiza que “continuarão sendo criadas peças exclusivas, que atendam a projetos específicos, tornando as peças personalizadas e com a cara do cliente”. Nestes casos, em geral, o cliente está sendo assessorado por um arquiteto, facilitando a sintonia necessária para a criação dessas peças exclusivas. “O cliente, em geral, sabe o que quer, o projeto já tem uma identidade, e a sintonia flui, facilitando nosso trabalho”, diz.

Mas Glaucio Gonçalves destaca que muitos clientes chegam à loja com dúvidas, e as mais frequentes estão relacionadas com a cor de lâmpada a ser usada, que tamanho e a quantidade de spots necessária para determinados ambientes. “Além de darmos essa orientação, indicamos profissionais para fazer a instalação e alertamos para ficarem atentos sobre os produtos ‘pirata’, que acabam lesando o consumidor final.”

Entre as dicas do arquiteto na hora da compra, ele diz que o usuário deve ficar atento para a diferença entre luz fria (branca) e quente (amarela) – a fria remete a local de trabalho, ao despertar, ficar ligado, como escritório, cozinha, lavanderia; e a quente, para ambientes de aconchego, relaxamento, como salas, homes, quartos e varandas. Ele ainda orienta para os produtos antiecológicos, como as lâmpadas fluorescentes (poluentes) e incandescentes (já não se fabrica boa parte mais), que uma hora vão sair totalmente do mercado. (Leia também: Tipos de Lâmpadas)

 

[Foto: Divulgação] Luz quente: para ambientes de aconchego.

 

Na hora da compra de produtos para o projeto de iluminação, é fundamental que os clientes tenham a orientação de arquitetos no desenvolvimento de seus projetos, pois esses profissionais conseguem visualizar como será esse sonho e o tempo em que será realizado”. Ele lembra que “quando o cliente chega à loja sem o acompanhamento de um arquiteto, corre o risco de seu projeto não ter uma identidade”. E dá alguns exemplos: tem peças que não podem ser colocadas na varanda, pois venta muito, e não são adequadas. Outro detalhe, para quem tem “mania de limpeza’, são recomendadas peças mais práticas. E mais: se a cliente gosta do estilo clássico, mas seu marido do moderno, vamos buscar uma opção que satisfaça o gosto de ambos. “Para o arquiteto, fica mais fácil detectar essas nuances”, explica. Muitos detalhes devem ser observados em um projeto de iluminação, como otimização de espaço, tendência, harmonia, praticidade, identidade da família. “E o resultado final deve fazer com que cada projeto se transforme no melhor lugar do mundo para se morar”, conclui. (Leia mais: Efeitos de Iluminação)

 

+ SAIBA MAIS | Iluminação

 

 

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